quinta-feira, 27 de abril de 2017

Estante de Caixão


Olar pessoas 
Hoje vim mostar para vocês o passo a passo dessa estante de caixão
No video conto como fiz, todas as gambiarras e erros que acabei fazendo kkk





quinta-feira, 13 de abril de 2017

A guerra que salvou a minha vida



A guerra que salvou a minha vida é o mais novo livro da coleção Darklove e como se nota pela capa pela doçura e delicadeza, já se tem uma noção de como está esse livro por dentro ... só que com muita muita emoção a mais



Então a editora concedeu um pouquinho da entrevista que alguns parceiros fizeram com a autora Kimberly Brubaker Bradley vem ver :


A Segunda Guerra Mundial foi um período muito triste na história da humanidade, mas algumas pessoas conseguiram encontrar uma maneira de se animar nesse momento. A Ada parece ser uma dessas pessoas. Você pode nos contar um pouco sobre a personagem e como foi o processo de criação da voz da Ada?

A voz da Ada foi a parte mais difícil de acertar no livro e me tomou muito tempo. Os leitores precisavam perceber que enquanto as circunstâncias pelas quais a Ada estavam passando eram horríveis, ela em si era uma pessoa muito forte, inteligente e engenhosa. Foram muitas tentativas de reescrevê-la – algo em torno de seis rascunhos para a primeira apresentação do primeiro capítulo.

Você escreveu A Guerra que Salvou a Minha Vida para crianças, mas é muito fácil encontrar resenhas em blogs e sites especializados em literatura de adultos que foram tocados pela história. Por que você acha que a história de Ada conseguiu emocionar leitores de idades tão variadas?

Eu não sei ao certo. Eu concordo que é verdade, muito mais do que qualquer um dos meus livros anteriores, este também tem um apelo com os adultos. Talvez seja porque todos nós ansiamos por amor, reparação e família.


A protagonista do livro é uma criança com deficiência. Você tem recebido retorno de pessoas com deficiência? Elas se identificaram com Ada de alguma forma?

Sim, de fato, nos Estados Unidos, esse livro ganhou o prêmio Schneider Family Book, por melhor retratar uma criança com deficiência. Dr. Schneider, quem começou a premiação, nasceu cego e cresceu bastante frustrado por ver como pessoas com deficiência eram descritas nos livros. Também soube que muitos leitores com diferentes níveis de restrição física, alguns adultos, outros crianças, e qualquer pessoa que tenha lido acharam [o livro] muito positivo. Eu não minimizo a condição de Ada, mas também não deixo que a defina.





Naquela época e ainda hoje muitas pessoas com deficiência não totalmente são integradas na comunidade em que vivem por ignorância, omissão ou preconceito das pessoas ao seu redor, mas por que você escolheu retratar isso na mãe de Ada?

Eu queria que Ada fosse libertada pela guerra, o que significava que eu precisava começar com ela em uma prisão. Se ela tivesse uma família que a amasse, ela não sentiria necessidade de escapar.


Além da Segunda Guerra Mundial, quais histórias você leu, conheceu ou procurou que lhe ajudaram a construir a trajetória de Ada, sua família, sua condição física e emocional?

Eu passei um longo tempo lendo sobre crianças de lugares difíceis - de refugiados a vítimas de abuso a crianças adotadas em orfanatos internacionais - para entender o coração de Ada. Eu também li bastante sobre pé torto. As informações sobre os cavalos eu já meio que sabia.


Em geral, quando falamos de guerra, associamos com dor, com morte. Como essa associação entre guerra e salvar a vida de uma pessoa aconteceu?

A evacuação das cidades inglesas foi uma grande empreitada; eles deslocaram 3 milhões delas para o interior, em dois dias. Foi imensamente traumático para a maioria delas, pois diziam, essencialmente, que elas estariam em segurança - ainda que com completos estranhos - enquanto seus pais ficavam em casa para serem bombardeados. Mas comecei a pensar: e se o oposto acontecesse? E se a evacuação fosse a melhor coisa a acontecer na vida de uma criança? Quem seria ela?




 Seu primeiro livro foi publicado em 1998, certo? E você sempre escreveu para um público jovem. Você sentiu uma mudança ou diferença nos últimos 5-10 anos no jeito que os autores se conectam com os leitores – especialmente os jovens?

Sim e eu acho isso incrível. Uma vez, uma escola de inglês da Mongólia me ligou no Skype para conversar sobre meu livro. Eles só tinham uma cópia e ficavam passando de mão em mão – foi algo muito legal – e aqui mesmo nos EUA, graças à Internet, eu consigo conversar com escolas e lugares que eu não conseguiria visitar. Eu gosto muito e acho ótimo para as crianças. Eu adoraria ter tido essa chance quando eu era criança.



Nós leitores sempre aprendemos muito com os livros que lemos. Às vezes somos tão tocados por um livro que esquecemos que o autor muito provavelmente também aprendeu com ele. O que A Guerra que Salvou a Minha Vida lhe ensinou durante o processo de escrita?

Eu achava que já entendia o poder transformador do amor, mas aprendi mais sobre ele enquanto escrevia essa história – não só isso, mas também o quão satisfatório é ver outra pessoa se curando e florescendo.


Fiz esse vídeo mostrando como está esse livro por dentro e com alguns comentários sobre a história 


terça-feira, 11 de abril de 2017

Camiseta com ilhós


Hey hey pessoas
Quem está antenado na moda já sabe que deram uma repaginada nas camisas e elas estão de volta com tudo, e como sempre bem carinhas
E então porque não  pegar uma camisa sua, do namorado ou irmão e customizar?

Eu fiz com essa brusinha minha que tinha comprado lá na Trick and Treat, comprei um pedaço de ilhós, a cola de tecido eu já tinha assim como o cordão
Eu quis fazer com o decote mais curto, pois não me sinto muito a vontade com decotão, mas a partir dessa ideia você pode fazer vário modelos diferentes
Então clica no play e vem aprender a fazer a sua também :


E então me diz aí o que achou !


sábado, 1 de abril de 2017

Diy : mesinha de centro

star wars

Olar pessoas !

Hoje vou mostrar essa mesinha que fiz com a ajuda do meu pai
Usei umas madeiras que já tinha, só fui cortando do tamanho que queria

Bom, o restante expliquei como fiz no video, então dá o play aí :


diy

como fazer

terça-feira, 28 de março de 2017

Testando receita Torta de Cereja de Twin Peaks


Mesmo eu sendo dos anos 90 eu nunca tinha ouvido falar desse Tal de Twin Peaks, mas de tanto ver as pessoas comentando resolvi ver, comecei a assistir a serie e agora comprei o livro que a Darkside lançou sobre a serie
E quando abro o livro, já sabia que o marcador era esse pedaço lindo de torta mas não sabia que a receita estava atras !!!
Então eu como uma boa adoradora de cerejas tive que testar!



Separei os ingredientes
2xic de farinha de trigo, 1 ovo, 1/2 colher de sal, 150grs de manteiga, 2 colheres de vinagre branco e 2 de água gelada
Somente esses ingredientes para a massa acredita?
Mas vou te contar, se for fazer em uma forma um pouco grande como a minha, faça um pouco mais para ficar mais bonito e mais fácil de fechar


Misturei tudo, mas coloquei um pouco mais de farinha pois achei a massa um pouco mole
Separei 2 bolas dessas e coloquei na geladeira


Enquanto isso liguei o forno e fui fazer o recheio
Misturei 1xic de açucar ( coloquei refinado), 3 colheres de amido de milho, raspa e suco de um limão, na receita diz 4 xic de cereja fresca sem caroço mas usei cereja em conservas e coloquei um pouco da calda tbm


Depois montei em um tabuleiro daqueles que sai o fundo
Abri metade da massa no fundo e um pouco nas laterais, coloquei o recheio e por cima fui trançando o restante da massa, se tivesse um pouco mais de massa teria feito mais tiras, mas minha forma é um pouco maior  do que pede a receita
Passei um pouco de gema de ovo em cima da massa para dourar


 Mais um pouquinho na geladeira e depois pro forno, 15 min em fogo alto e 40 min em fogo baixo

E prontinho !!!

E o que eu achei?!
Eu gostei bastante, achei um pouco enjoativo mas acho que foi por causa da calda e da cereja em conserva que usei

E olha o resultado, não ficou tão bonita quanto o marcador mas eu adorei o resultado !



Me diz aí o que achou e se vai querer testar tambem?


Veja também :

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